14 junho 2005

carcavelos política

O governo do PS andava ansioso por reverter as políticas de "rigor na entrada/qualidade na integração" implementadas pelo CDS no ultimo governo de coligação, que foram aplaudidas por todos os agentes interessados, nacionais e internacionais, inclusivamente pelo presidente, quando foi inaugurar um novo centro de apoio aos emigrantes de leste, que inclusivamente era gerido pela sua filha.

Resta saber se após os incidentes na praia de Carcavelos, em que centenas de jovens mal integrados na sociedade se dispuseram a perturbar gravemente a ordem pública, este governo ainda está com a mesma vontade de voltar a abrir irreflectidamente as fronteiras a quem quer que queira entrar, nem que vá engroçar a lista de imigrantes ilegais desempregados. Em momento de crise são estes os primeiros a sofrer, e não estando devidamente integrados já se sabe o que daí resulta: aumento da criminalidade violenta, organizada, e de todas as outras formas e feitios.

Vai o governo decidir a bem de Portugal, e daqueles que é possível acolher decentemente? Ou vai decidir pôr em causa a segurança pública, o todo importante turismo, estabilidade social e económica em prol de uma política do coitadinho que vive mal em África?? Se não podemos acolher esse coitadinho decentemente, estando as quotas de imigração já preenchidas nesse ano, que diferença faz deixá-lo viver mal em Portugal ou viver mal em África? Do ponto de vista do coitadinho nenhuma. Do ponto de vista de Portugal e dos portugueses e imigrantes legais, toda, como analisado no parágrafo anterior.

Haja bom-senso, basta de políticas irracionais de imigração como aquelas que tivemos no tempo de Guterres em que entraram centenas de milhares de imigrantes em Portugal sem ninguém lhes perguntar nada, sem oportunidade de emprego, e a quem pouco tempo depois era oferecida a oportunidade de se legalizarem (muitos deles queixavam-se de que não podiam porque não conseguiam trabalho, ironia do destino).

Por amor de Deus e de Portugal, reflictam sobre o incidente carcavelense e as suas consequências.