30 abril 2005

O futuro.

Saiu hoje, sexta-feira, no jornal “O Independente” um artigo que diz;

“No rescaldo do XX Congresso, espera-se grandes convulsões na JP. João Almeida está a ser muito criticado por ter aparecido ao lado de Telmo Correia, ainda que a título individual. O sentido de voto dos jotas parece legitimar a oposição interna. A JP terá congresso este ano e, ao que apurou O Independente, João Almeida não se recandidatará.”

Devo dizer que a figura do presidente da JP e consequentemente da própria instituição não foi esta semana pela primeira vez colada aos “derrotados” do congresso. Bem sei que tenho pedido a alguns membros da direcção nacional da JP maior visibilidade, confesso que não era este tipo de visibilidade que pretendia.
Penso que daqui terá que decorrer inevitavelmente uma lição para o futuro, quando em locais de debate como é este Blog se criticam as posições da JP, em vez de ficarem zangados com quem critica, talvez seja mais prudente ouvir as criticas e pelo menos reflectir sobre elas. Nem sempre que dá mais palmadinhas nas costas é o nosso melhor amigo. Independentemente de concordar ou não com todos os elementos da concelhia de Lisboa da JP, uma coisa deve estar na mente de todos, não há aqui os que gostam da JP e os outros, porque todos nesta concelhia assim como acredito que noutras estruturas gostam da JP e lutam para que a instituição se torne mais forte..
Independentemente de tudo o que se pode dizer penso que aqui, no partido como na jota, têm de estar cá todos, mas todos com vontade de crescer, não se cresce excluindo, não se cresce fazendo birras, e não se cresce sem convicção.

A todos os meus votos de bom trabalho.

Tiago Antão

Tomada de Posse da CPC de Lisboa

A nossa tomada de posse terá como convidados as seguintes individualidades:
Dr. José Ribeiro e Castro - Presidente do CDS/PP
Dr. Martim Borges de Freitas - Secretário-geral do CDS/PP
Dr. António Carlos Monteiro - Presidente da Distrital de Lisboa do CDS/PP
Sra. D. Orísia Roque - Presidente da Concelhia de Lisboa do CDS/PP
Dr. Adolfo Mesquita Nunes - Deputado Municipal da JP

Logo que tenhamos a data fixada daremos conhecimento no Blog.

29 abril 2005

a comédia do freguês

Tentarei em poucas palavras descrever, o que foi a minha surreal reunião da Assembleia de Freguesia.
Numa sala pequenina 11 vogais um deles o presidente (a.f.), outros tantos fregueses. a reunião começa! um presidente de junta morto, presidente da assembleia de freguesia (PSD) e nº dois na linha de sucessão, renúncia ao cargo e mantém funções de presidente da a.f. O resto que se passou a seguir foi a comédia do freguês: 2 membros do PC não reconhecem legalidade da convocatória e realização da reunião, protestam! 3 membros do PS votam contra a realização da mesma, protestam! (calma não fossem ser do PS, e perdoem-me a ironia, querer estar bem com Deus e com o diabo, logo dizem que não é nenhum ataque pessoal... mas tem mesmo de ser), a actual Presidente do Executivo (uma senhora simpática e nº3 na linha de sucessão) reitera legalidade da situação. Nem ver dos membros do CDS/PP. Rompe em histeria uma senhora (antiga presidente da j.f. se não estou em erro) que agarrada às suas unhas envernizadas vai escavacando a já pobre mesa de madeira... chora, geme, grita, treme, e derrepente lá se acalma. Continua a comédia, troca de apupos, e garlhadetes de ambas as partes, tudo políticos e bastante secundários, para já não dizer mesquinhos. Intervenção do presidente (a.f.) "fi-lo por achar ser o melhor para a freguesia. fui o único eleito por sufrágio universal e assim me manterei em funções até ao fim do mandato". Nova artilharia do PC e PS... risos do PDS... Foi o periodo anterior á ordem do dia. Dá-se início ao 2ºmomento da reunião, a Ordem do dia. Iniciam-se as votações. Votação das actas de 03/04 (num total de 8) e do relatório de ger~encia e gestão de contas de 2004. Começa o bailinho das cadeiras! Membros do PC discordam, mas mantêm-se na sala na altura da votação e abstêm-se de votar... triteza mais um embróglio mesquinho! Não aceitam que os seus votos sejam contados como abstensão... nova discusão, vai-se buscar folha de regulamento interno, arranja-se acordo, em cada votação saem e entram na sala. Ficam como membros que se ausentaram no momento da votação. 2 votações repete-se a comédia. Entram por fim, mantém-se a tensão geral. "Mais intervenções ou comentários" pergunta o Sr. presidente da a. f., silêncio geral.
3º e último momento da reunião, periodo após ordem do dia, "comentários ou intervenções" de algum vogal ou freguês? Nada! Silêncio total! Bom Incrível. Em suma, discutiu-se tudo menos o que era de importância naquela reunião. Lá se votaram dois pontos da ordem do dia, mas mais nada. De assuntos práticos, concretos da Freguesia, ouvi 0!
E assim meus amigos, vai o Estado da Nação.
Cada vez tenho mais vontade de ajudar a levar a bom porto o nosso projecto autárquico. Força JP!
Os políticos necessitam de ideais. De valores e princípios que os ultrapassem, que façam esquecer as preocupações comezinhas com o auto-interesse egoísta, centrado nas eleições que se seguem. Que dêem à política o seu caracter de serviço à comunidade, que realmente é. Uma ética da política é absolutamente necessária: inseparável de qualquer acção humana, a ética ou moral permite ao homem viver uma plenitude de significado na sua vida.

Senti isto no Congresso. Senti que o nosso novo líder é uma pessoa disposta a trabalhar, a servir, como ele próprio disse, às 6 da manhã de domingo, com “alegria e entrega”, o país e o partido. O resto - se está na Assembleia da República ou em Bruxelas, se fica bem na TV ou não - são “peanuts”.

Rita Sacadura Fonseca

28 abril 2005

Novidades na blogosfera

Um nome curioso para um blog recém-chegado.
A seguir com alguma atenção.
Uma saudação especial à Filipa - já tardavas nestes meios. Bem vinda!

27 abril 2005

Tremam todos!!!

Será que vem aí mais um e-mail, desta veza para o Diogo, a dizer que não convém escrevermos estas coisas, porque mantemos a imagem de fachos que o Partido tem?

Volto a lembrar que aqui no UGAD foi decretado o fim do politicamente correcto, pelo que tenho a dizer-te, Diogo, que achei muito bem o teu post.

25 de Abril

Durante este fim de semana prolongado estive fora de Lisboa e longe de televisões, o que me permitiu não ter que gramar com a estucha sempre interminável das comemorações do 25.04 na televisão, com os discursos secantes, longos e saudosistas e com os propósitos de "tornar Abril presente" ou coisa que o valha.
Quando voltei, ao ver as notícias das comemorações, vi que uma dúzia e meio de gatos pingados com mais de 363 anos tinham deixado de ir passar um fim de semana prolongado fora de Lisboa para comparecerem nas comemorações. Ou então, vieram directamente do Alentejo para a capital para mostrarem a esta gente da capital que ainda há quem comemore a fantástica descolonização, a nacionalização da banca, a reforma agrária e todas essas pérolas abrilinas. Já para não falar das programadas "touradas" no Campo Pequeno e dos milhares de exilados que o Brasil, Espanha e França foram recebendo e que só puderam voltar ao seu país depois do 25.11.
Já para não falar, como é óbvio, de todos aqueles "criminosos", nomeadamente muitas das altas patentes militares que deram o seu melhor pelo país durante largos anos em África, que foram presas durante o PREC.
São as conquistas de Abril que ainda há quem comemore.
Eu cá comemorei outros 25.04s... O nascimento de D. João II e a coroação de D. Miguel I.
PS
Note-se bem que este post foi escrito por mim, Diogo Alvim, que sou, com todo o gosto, membro da concelhia de Lisboa da JP, mas isso não quer dizer que tenha sido escrito pela própria concelhia, por isso se quiserem mimosear alguém com epítetos de faxo e outros que tais, é a mim que o deverão fazer. Mas fiquem já cientes do facto que não tenho pachorra para os comunas que me chamam faxo! :-)

26 abril 2005

Tomade de Posse da CPC de Lisboa

Nos primeiros dias de Maio vai-se realizar no Caldas a tomada de posse da nova Comissão Política da Concelhia de Lisboa da JP, eleita no passado dia 30 de Março.
Esta tomada de posse contará com a presença do novo Presidente do nosso Partido, Dr. José Ribeiro e Castro.
Dentro de dias teremos mais informações.
Não percas uma das primeiras iniciativas com a presença do novo Presidente do CDS/PP!!!

Aiii o Site do CDS/PP...

Alguém me explica se faz o favor, porque é que o site do CDS/PP não está actualizado?!
Abri hoje o site oficial e ainda tem "logo á entrada" a saudação do Dr. Paulo Portas! Não é que desgoste do texto ou da fotografia, mas só mostra a lentidão da máquina, e uma primeira impressão negativa. Temos que evoluir também nas novas tecnologias e efeciência! Ai espreita o futuro... Quem de direito, vamos lá a actualizar isso!

25 abril 2005

O XX Congresso

Aqui têm as minhas considerações pessoais - e não as da Vice-Presidente da CPC de Lisboa da JP - sobre o XX Congresso do CDS.

Novo Líder

Gostava de expressar a minha alegria pela nova liderança do partido Popular! Não existem acasos e um homem que entra quase sozinho e sai com o Partido é porque merece! Força José
Ribeiro e Castro!

24 abril 2005

Inédito!!!

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21 abril 2005

Será?

Será mesmo verdade?

20 abril 2005

NOVELA

Muito se tem falado aqui e noutros sítios sobre a Moção da direcção Nacional da JP, muitos ficaram espantados com o título da Moção “ah e tal porque é Jovem”.
Sinceramente não percebo o porque de tanto espanto, este é mais um episodio desta já muito longa novela que tristemente temos assistido.

Esta é a DN que se mantém em silencio quando os temas que afectam a Juventude se discutem.

Esta é a DN que consegue manter um site sem uma única informação útil para os jovens, porque um jovem que quer acabar o seu curso, arranjar trabalho, casar e constituir família gostaria de ver a JP a falar sobre esses temas em vez de unicamente falar dos prisioneiros de Cuba e mais recentemente das armas que as nossas Forças Armadas possuem.

Esta é a DN que quando fala, o faz para se referir a carecas de óculos.

Esta é a DN que quando todos percebem que neste congresso mais importante do que falar em pessoas o importante é falar de caminhos para o partido, vem assumir orgulhosamente que vão falar de lideranças.


É tempo de dizer basta, não consigo assistir, sem nada fazer, à destruição da Juventude Popular, na transformação da Juventude Popular apenas num meio de alcançar um lugar de deputado e de assessores na Assembleia.

Assumo-me por isso como um critico desta Direcção Nacional, porque acredito que a Juventude Popular deve e pode ser mais do que é hoje, mas certamente que não será com esta DN.

Para que não restem duvidas este é um post pessoal que apenas reflecte a minha opinião e que não deve ser interpretado como a opinião da CPC de Lisboa.

Moção de Estratégia Global da Juventude Popular

Tentando estar atenta ao que se passa no mundo bloggosférico (não sendo, muita vezes, possível acompanhá-lo diariamente) tenho reparado em algumas críticas tecidas aqui pela Beatriz sobre a ignorância por parte dos membros da CPC da JP de Lisboa do conteúdo da moção apresentada pela Juventude Popular ao congresso do partido a realizar-se no próximo fim de semana. Agradeço desde já às ilustres figuras que nos relembraram a importância de ler um texto até ao fim para o podermos julgar. Fiz o trabalho de casa. Li a moção duma ponta à outra e, por isso, sinto-me com algum conhecimento de causa para a comentar (embora não sabendo muito bem por onde começar).

Fazendo um esforço para sistematizar as principais ideias do que li, a primeira conclusão a tirar resume-se a uma palavra: banal. Banal nas ideias, banal na forma. Para além da apresentação no site estar abaixo do medíocre (não se admitem tantas gralhas e erros ortográficos numa juventude partidária que se quer responsável e que se quer exemplo para os jovens que a ela queiram pertencer), não se retira um fio condutor de pensamento ao longo de toda a moção.

Frases soltas (por vezes filosóficas, por vezes utópicas, por vezes duma ingenuidade que nos faz duvidar das verdadeiras intenções por detrás delas), uma justificação miserável para a já tão criticada escolha do título (Ah e tal porque é jovem), uma elevação exacerbada ao ainda líder do partido (não estando aqui em discussão o mérito que Paulo Portas teve como presidente do CDS, porque isso de facto é incontestável) que só reforça a ideia que temos procurado contrariar ao longo do tempo, nomeadamente de que o partido não é unipessoal e que muitas pessoas trabalharam e continuam a trabalhar para o engrandecer, um discurso “inocente” sobre o papel que a jota desempenhou durante o governo de coligação (pergunto-me onde se puderam encontrar exemplos concretos da responsabilidade, da seriedade e do reconhecimento da sociedade civil numa juventude que sempre se pautou pelo silêncio, pela falta de ideias, pela falta de iniciativas quer a nível interno, quer ao nível dos jovens em geral) e sobre o papel que quer desempenhar na nova direcção que será eleita (todos concordamos que a ideia de a JP estar representada “ao mais alto nível nos órgãos do Partido” seduz aqueles que só se servem dela para alcançarem o almejado poder, sabendo de antemão que este interesse em participar na vida do partido nada tem de altruísta ou benéfico para a juventude, que se devia pretender desinteressada de qualquer cargo para exercer a sua função de formar politicamente os jovens que aqui se filiam). Sobre as eleições e referendos que se avizinham nada de novo há a acrescentar.

De salientar a pequena ressalva de, ainda no capítulo 5 referente às relações entre o CDS e a JP, incluir nesta amálgama de conceitos e opiniões pouco consistentes toda a juventude do partido enquanto organização, mesmo antes de saber se isso corresponde à realidade. Não me revejo nesta moção, não me revejo nesta JP, não me revejo nesta “irreverência com valores”.
Joana Mota

Não Matarás.

É indissociável. Por mais que tente, não consigo pensar na minha pessoa, em termos de credos ou filosofia, posições politicas ou outras, sem ser num todo.

Por mais que tente perceber o motivo de um Estado ter necessariamente de ser laico, para poder dar direito a escolhas ou vontades, não percebo porque o inverso, não o é verdadeiro: hoje, mais que nunca, assistimos à destruição de Deus e ao nascimento do Super-Homem.

Cremos e vivemos, com direitos a escolhas – sem condicionalismos no sentido de cima para baixo (Estado para as Famílias), que nos levam a pensar e a viver como se Deus não existisse. Este argumento é tão válido como o seu antípoda, ie, se a anulação d’Ele é possível, também deveria ser possível, nas sociedades modernas, que houvesse alguma regra de conduta (no mesmo sentido de cima para baixo) que nos apontasse o Norte, que é, sem dúvida, Deus.

Se hoje se pode matar um feto, que segundo Santo Agostinho no momento da sua concepção é confrontado com a imagem de Deus; então esta morte não pode ser mais fruto de um aniquilamento da presença de Deus na sociedade do Homem.

O Homem já não precisa de Deus. É auto-suficiente!

No Sábado passado, na hora semanal em que dou catequese, fui “interrompido” por um Missionário Comboniano que nos interpelou com a seguinte questão: que é preciso mais coragem? Para matar ou para fazer viver?

Logicamente, para se poder matar é necessário ter-se coragem, no sentido mais lato do termo, claro. Mas para dar e fazer viver, a coragem não é maior?

- É mais fácil tirar-se a vida a uma pessoa acamada e dizer que é uma morte misericordiosa, ao invés de se lhe dar a qualidade de(vida)?

- É mais fácil aniquilar-se um ser indefeso, um menino (Jesus) que tantas vezes quer nascer no seio das nossas famílias e não tem a oportunidade, pois não há condições para o criar, que foi…indesejado?

- É mais fácil juntarmo-nos a quem não conseguimos vencer, e em vez de tirarmos pessoas da droga, darmos-lhes locais para se poderem drogar em condições?

Sim, posso concluir: é sempre mais fácil matar.

Olhando para a obra desse grande compositor que foi Bach, a lição maior que se pode tirar é a de que não há consolidação na Terra, só no Céu. A Vida não é cá, e pensarmos que ela o é, prova ingenuidade. Todos nascemos, uns de Sol a Sol, outros à sombra…mas todos fazemos um percurso na Terra, até ao último dia das nossas vidas.

Penso que não é censurável este meu comentário tão “teologal” e peço desculpa se desvirtuo o carácter político no nosso Blog…mas é como disse no início, sou um todo, e tolher a parte de mim que clama por uma verdadeira Páscoa na nossa sociedade, faz-me viver numa prisão…e quem se apercebe disso é quem mais sofre.

Aprovado projecto do PS sobre despenalização do aborto

O projecto do PS para a despenalização do aborto foi aprovado esta quarta-feira pela Assembleia da República com os votos favoráveis dos socialistas, todos os partidos de esquerda e por quatro deputados do PSD.
O documento pretende a convocação de um referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez.
Os restantes projectos dos partidos de esquerda relacionados com a interrupção voluntária da gravidez, apresentados também esta quarta-feira no Parlamento, foram rejeitados.
Da bancada socialista houve uma abstenção, a de Guilherme de Oliveira Martins.

19 abril 2005

Habemus Papam

A Igreja Católica está em festa pelo seu novo líder, o Papa Bento XVI.
Enquanto Cardeal Ratzinger, Bento XVI foi sempre o braço direito de João Paulo II na sua actuação envangélica, pastoral e social. Agora, como Papa, nós, Católicos, sabemos que continuará a ser conduzido pelo Espírito Santo para "dar testemunho da Verdade" e anunciar o Envangelho.
Desejamos ao Santo Padre, um pontificado profíquo e cheio de fé.

Congresso

Está-se a aproximar o grande fim de semana do congresso.
Infelizmente não o vou seguir porque vou estar em peregrinação, mas sei o que gostaria que me dissessem no fim do congresso:
1. O líder, seja ele quem for, quer repor o PP no seu caminho de Partido Democrata Cristão, com preocupações sociais, em busca da Independência Nacional Perdida e contra uma estrutura federal Europeia, com preocupações Sociais, Ambientais e Culturais;
2. O mesmo líder percebe bem as enormes diferenças entre a ideologia do PP e a do PSD (se é que o PSD tem alguma ideologia) e por isso não se tenciona colar a este partido, o que não quer dizer que não possa haver algumas coligações autárquicas pontuais nos Concelhos onde os partidos sózinhos se veriam totalmente impossibilitados de conquistar câmaras;
3. O dito cujo líder não vai a correr para o colo de qualquer candidato Presidencial que o PSD apresente, quer ele coma bolo-rei com a boca aberta ou fechada, quer ele tenha ajudado a deitar abaixo um governo de coligação com o próprio partido dele, etc.
Bem, se não receber boas notícias do congresso do PP, pelo menos sei que de Roma as notícias serão sempre boas...

18 abril 2005

Já não era sem tempo!!!

Muitos parabéns pelo novo blog!!! Divirtam-se muito. Finalmente vão deixar-nos em paz com os fanatismos futebolísticos.
Aqui a gerência agradece.
Um grande bem-haja a todos!!!

15 abril 2005

Não há paciência!

Não há paciência, não há paciência, não há paciência!!!

Vão blogar sobre futebol para outro lado sff.

14 abril 2005

O futuro do CDS em debate

Ontem o debate sobre o futuro do CDS foi um sucesso. Os três oradores convidados falaram sem complexos e, esquecendo o politicamente correcto, disseram o que gostariam que fosse o CDS.

Gostei de ouvir o Adolfo falar de um partido mais aberto e com uma vocação mais pragmática (e a sua vontade em fazer do Ambiente uma bandeira da Direita!). Gostei de ouvir o Zé Pedro defender que o CDS deve falar daquilo que interessa à maioria dos portugueses - economia, fiscalidade, políticas sociais - apresentando medidas muito concretas. Gostei de ver o pragmatismo do António Miguel no que se refere aos nossos problemas estruturais nas estruturas (desculpem o pleonasmo!).
Gostei de ver discutir-se ali qual deverá ser a postura de princípio do CDS quanto a coligações (com o PSD) e notei que ainda existe uma grande parte dos nossos militantes que não gosta e não gostará nunca do PSD. Achei curiosa (embora discorde do princípio!) a frontalidade com que o Zé Pedro disse que o CDS se pode coligar com o PS, não sendo, por isso, o PSD um parceiro exclusivo. (E notar como, nas bases, o Congresso de Barcelos ainda ‘dói’!)
Pouco ou nada falámos de candidatos à liderança. Preocupámo-nos mais com a linha de rumo que gostaríamos de ver o CDS seguir, sem estarmos ali interessados em apoiar A ou B. Nota-se que o partido, mesmo sem uma candidatura credível à liderança, por enquanto, está calmo e sereno e vai fazendo um caminho que passa pela definição do que somos e do que queremos. E esse é o caminho certo. Ao contrário de outros não discutimos pessoas mas ideias. E essa é também uma marca do CDS (pelo menos do CDS que quero!)
Não chegámos a nenhuma conclusão. Cada pessoa falou à vontade (o que é próprio de quem está em casa) e deu a sua opinião de forma livre e descomprometida. Não estamos todos de acordo mas, ainda assim, o debate foi sereno e esclarecedor. Sobretudo, e apesar de um tom inicial algo pessimista, acho que todos saímos daquela sala com uma renovada esperança no futuro do CDS. Futuro que passará, sem dúvida, pelas boas ‘cabeças’ que o CDS tem e que, neste momento, estão a dar importantíssimos contributos para o debate interno.

13 abril 2005

Sampaio a favor do Aborto

Sampaio é assumidamente a favor do Aborto e está solidário com as mulheres que praticaram o Aborto.
Sampaio defende também a mudança da lei. Disse hoje perante uma plateia de estudantes, ainda em visita oficial à França.
Tenho ainda o sonho de que algum dia deixe de haver Presidente da República em Portugal e sua Alteza Real o Sr. D. Duque de Bragança possa ocupar esse lugar, e trazer de volta os Valores a este país.

Haja quem os tenha no sítio!

Meu caro Zé Pedro, um grande bem-haja pela tua lucidez!

Isto hoje à noite promete...

Choque Resolvido


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Ao contrário do Calvin, nós, no UGAD, resolvemos os problemas atempadamente e discretamente. Após um erro informático, como decerto todos terão visto através do layout completamente descabido, tudo voltou à normalidade. Pedimos desculpas pelo incómodo e esperamos que tal nunca mais venha a acontecer. A gerência.

Que é feito do Conservadorismo???

Meus amigos, não é suposto os conservadores só mudarem quando é para melhor?
Que bodega é esta???
Importam-se de repor o formato anterior?

12 abril 2005

Francisco Louçã pelo Não à Constituição Europeia

Francisco Louçã participou na passada Sexta-feira, 8 de Abril, num comício em Paris integrado na campanha pelo Não à Constituição Europeia no referendo que terá lugar a 29 de Maio em França.Este comício, promovido pela LCR e presidido por Olivier Besancenot, intervieram ainda Salvatore Cannavo, da Refundação Comunista de Itália, Yves Salesse, presidente da Fundação Copernic, e foi lida uma mensagem do cineasta inglês Ken Loach.
O “não” tem vindo a crescer nas sondagens desde o início da campanha e a meio do mês de Março passou à frente do sim. O campo do não de esquerda reforça-se, contando com uma vasta plataforma em que estão presentes movimentos sociais, sindicatos e diversos sectores de esquerda, incluindo uma importante ala do PS francês.
A chamada directiva Bolkestein, que fomenta as deslocalizações, favorece o ataque aos direitos do trabalho e aos serviços públicos, provocou um choque e uma ampla revolta cidadã que se tem manifestado pelo aumento do não à Constituição Europeia.
Já ontem, Jorge Sampaio, também do PS, em visita oficial à França disse não saber o que é a Constituição Europeia sem a França. Deduzo então que nem os socialistas se entendem em matéria da Constituição Europeia.

Moção da Distrital de Setúbal

Aqui pode-se encontrar a Moção da Distrital de Setúbal.

11 abril 2005

Afirmar Portugal - Moção apresentada pela Distrital de Lisboa

É o título da moção apresentada a semana passada pela distrital de Lisboa do CDS. Apesar de não apresentar qualquer tipo de projecto inovador para o partido, perdendo-se numa introdução demasiadamente longa e pouco necessária sobre os princípios enformadores da democracia cristã, podem retirar-se alguma ideias chave que podem, de algum modo, ajudar a perceber posições determinantes para o futuro do CDS. São elas:

- Presidenciais: eleição de um candidato do espaço não socialista, de centro-direita. Preza-se a vontade dos candidatos, sem pressões, nem timings, que se decidam pela corrida a Belém.

- Referendos: favorável ao referendo da Constituição Europeia, assim como da resposta positiva à pergunta formulada, e noutro eventual sobre o aborto defesa do Não, assim como da continuação do regime em vigor.

- Eleições Autárquicas: aposta no reforço da implantação nacional e de eventuais coligações (analisadas caso a caso) com partidos do espaço político do centro e da direita, nomeadamente o PSD, com potencial ganhador.

Em relação a outros temas, predomina, nesta moção, a defesa da classe média, um discurso destinado à conquista do eleitorado perdido nas últimas eleições (o eleitorado suburbano, através duma aposta na segurança, com a criação de uma Lei de Programação e Segurança, destinada ao reequipamento das forças policiais; os idosos, através da criação do cheque saúde; os novos modelos familiares, apoiando as famílias monoparentais não esquecendo, porém, o modelo de família tradicional e das famílias numerosas), à discussão de temas fortes como a economia (apostando num aumento da produtividade e da competitividade face à Europa de Leste, num sistema fiscal simples e previsível, na modernização da Administração Pública e numa descentralização de poderes) ou a educação (onde se proclama a possibilidade de opção entre o ensino público e privado através da criação de um cheque educação).

Para além disso os subscritores desta moção defendem ainda que o CDS deve apostar nas novas causas da sociedade civil, o ambiente, o turismo, a cultura e património e a defesa dos consumidores, por forma a que Portugal se aproxime o mais possível dos padrões europeus exigidos nestas matérias.

De salientar a necessidade urgente de rever a Constituição na secção relativa à organização económica e social, “devedora de uma vulgata marxista absolutamente data e ultrapassada, sem a qual nada se conseguirá fazer”.

No que respeita ao CDS do futuro, pouco ou nada de novo é igualmente dito, ficando no ar ideias já gastas e pouco concretizadas como uma maior implantação e uma maior influência na sociedade portuguesa dos valores defendidos por nós, um debate interno, tendente à reorganização dos serviços nacionais que se pretendem mais capazes e disponíveis para as necessidades dos militantes e das estruturas locais e distritais, uma abertura à sociedade nos seus sectores mais dinâmicos, nomeadamente o académico, o intelectual e cultural, uma aposta nas novas tecnologias, em especial a revitalização do site e na formação política, uma revisão e actualização do Programa do Partido e uma maior intervenção nas Universidades destinada a motivar os jovens para o debate político em Portugal.
Aguardamos o Congresso.
Joana Mota

10 abril 2005

Congresso

Marques Mendes foi hoje eleito Presidente do PSD, num congresso sem o mediatismo de outros tempos, o que é natural, dado que o PSD se encontra remetido à oposição pelos próximos 4 anos e que estamos numa altura de muitas notícias importantes (foi na 6.ª o enterro daquele que é concerteza o maior homem da História mundial do pós-2.ª Guerra, o Papa João Paulo II).
O congresso do CDS-PP também não se avizinha muito mais mediático- remetido à 4.ª força política no Parlamento, fora do governo e com pouco poder municipal, até convém ao Partido que não haja grandes cisões ou confusões e que a sucessão e Paulo Portas se faça "de mansinho". Para além disso, por essa altura, muito mais se falará da sucessão Papal do que de qualquer outra coisa...
Sendo assim, será um congresso para discernir, para pensar no rumo do Partido, no rumo da Direita e para contar espingardas para os próximos desafios eleitorais e referendários com que o PP se irá confrontar.
A moção do Dr. José Ribeiro e Castro visa precisamente esta reflexão. É uma moção ponderada, de inclusão e a pensar no futuro. Apesar de eu não concordar com a aprovação deste Tratado da União Europeia, reconheço que este é bastante menos mau do que o projecto anterior e concordo com a posição de que o Partido pode ter mais do que uma posição dentro da sua direcção, dos seus militantes e das suas estruturas, sem que isso o vá dividir.

Luís Marques Mendes

Acaba de ser eleito Presidente do PSD com 60% dos votos.

09 abril 2005

Mobília velha em casa nova

O Expresso avança com a notícia de que João Soares será candidato à Câmara Municipal de Sintra.

Os munícipes de Sintra agradecem a consideração de receberem a 'tralha' que para Lisboa já não servia!

Enganada!

E não é que o desaire do PSD é tão grande que a Sic Notícias até já prefere cobrir os fait divers das monarquias, sobretudo o casamento de SAR o Príncipe Carlos, do que o congresso dos Luíses?

Tenho a dizer que, entre a biografia da futura Duquesa da Cornualha e das notícias da doença do Príncipe Ernest de Hanover, eu gostei de ouvir o António Borges...

06 abril 2005

Alteração do e-mail

A Comissão Política da Concelhia de Lisboa da Juventude Popular tomou a sua primeira medida: vamos proceder à substituição do nosso actual e-mail (jpcpclx@sapo.pt) para um novo e-mail lisboa@juventudepopular.org .

Qualquer militante que queira contactar connosco faça-o para este novo e-mail.

Aborto: Esquerda não quer desvalorizar referendo e prepara alternativas nos bastidores.

Caso o referendo seja agendado apenas para 2006, o PS tem já preparado um plano alternativo para impedir o julgamento de mulheres que interrompam uma gravidez ilegalmente, através da suspensão provisória dos processos-crime.
O projecto de lei já deu entrada na Assembleia da República pela mão das deputadas independentes do PS Maria do Rosário Carneiro e Teresa Venda.
A direcção do grupo parlamentar do PS, já fez saber que não se opõe ao agendamento do diploma para dia 20, data marcada para o debate dos projectos de lei sobre a despenalização do aborto e os projectos de resolução para a realização de um novo referendo. Esta proposta do PS surge como uma solução transitória ao provável adiamento do referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, já que o debate sobre o assunto dentro do PS, marcado para dia 20, torna difícil a realização da consulta popular em Junho de 2005, como tinha sido exigido por Louçã e anunciado por Sócrates.

De acordo com o Diário de Notícias, nem o BE nem o PCP têm intenções de se opor ao recurso da figura de suspensão provisória dos processos-crime se o referendo só tiver lugar em 2006.


Perante isto, só peço a Deus que nos ajude a derrotar esta esquerda e extrema-esquerda, que querem à viva força aplicar essas práticas selvagens, primitivas e aberrantes a que chamam “interrupção voluntária da gravidez”.
Ah! Então era a isso que me estava a cheirar aqui. Imagino no Congresso! O melhor é levarmos Máscaras!

Ah e tal...

Como o Rodrigo já comentou, com imensa graça, os nomes das Moções ao Congresso do PSD e do CDS-PP são um verdadeiro 'show'. Há para todos os gostos. As armadas 'à séria', as saudosistas, as patriotas, as futuristas, as cinzentas... e, como se tal não bastasse, eis que surge a nova versão: a 'fedorenta'!

Ele há cada uma!!!

"Ah e tal porque é jovem" ao que parece virou nome de uma moção de estratégia global ao próximo Congresso do CDS-PP.

Com uma moção com um nome destes, querem ser levados a sério onde?

Nem no Burkina Faso.

05 abril 2005

Candidato a Lisboa

Caro Pedro,
Parece-me ser quase certo quem será o candidato do PSD a Lisboa, resta saber se o PP o vai apoiar, o que é uma coisa que só saberemos depois de termos um Presidente do Partido, ou seja, depois do Congresso.
O Paulo Portas não se quer pronunciar agora sobre o que o futuro Presidente deverá decidir, o que me parece muito bem, no entanto isso cria um problema à Direita que é não saber com que linhas se há-de coser nos próximos meses.
O problema que se põe é que, estando fora do governo e estando quase insignificante no Parlamento, ou aposta forte e ganha nas eleições autárquicas e Presidenciais, ou é carta fora do baralho durante muitos anos. E, para se apostar forte nestas eleições, tem que se começar a decidir candidatos...
O que fazer, então, até aos congressos do PP e do PSD? Eu, francamente, não sei, mas espero que os restantes bloguistas de Direita possam apresentar sugestões.

04 abril 2005

Inglês no ensino primário

É a minha estreia no UGAD, e não posso deixar de começar por dizer que é uma honra ter um texto meu publicado em tal blog.
Quero desde já dizer que tenho inglês desde os meus 5 anos e garanto a toda a gente que o facto de ter começado a aprender essa Língua tão cedo me favorece bastante. Nunca andei em British Councils nem nada que o valha... desde os três anos até à 4ª classe estive n'O Lar da Criança, que aos 5 anos me ensinou como se diziam em inglês as cores, os animais, os números e afins.
Quando no 5º ano saí do Externato e fui para um colégio, 90% das pessoas que estavam na minha turma não sabiam nem metade do que eu já sabia! Pessoalmente, adoro todo o tipo de Línguas, e o mais provável é que se não tivesse começado com o inglês tão cedo não saberia nem um terço do que sei hoje da Língua! Os filmes ajudam, ter uma mãe que fala inglês, qual Julie Andrews também, mas ter tido inglês a partir dos 5 anos é a razão principal pelas notas que hoje tenho na disciplina, é a razão principal por ter as melhores notas da minha turma, o que é um verdadeiro orgulho para mim e para membros familiares. Fui das poucas pessoas da minha turma que começou a aprender inglês tão cedo, e dá-me tanto, mas tanto jeito, que é mesmo o que quero para os meus filhos e netos.
Diogo, como é óbvio o Português, a Matemática, a História, etc, são disciplinas importantíssimas para qualquer um, mas não é por isso que o Inglês deixa de ser importante, e o facto de se querer passar a dar mais atenção à disciplina não significa necessariamente esquecer todas as outras."Desafio o Eng. Pinto de Sousa a ir falar com uma criança do 4.º ano, vinda de uma escola do Estado. Primeiro, peça-lhe para fazer uma composição para poder analizar a fluência do discurso, a sintaxe e a gramática. Depois dê-lhe uns probleminhas matemáticos muito simples. Por último, se ainda tiver coragem, pergunte-lhe quem mandou plantar o pinhal de Leiria."E não é bom a tal criança saber falar, escrever, fazer contas, saber sobre a História do nosso País, e ainda falar outra Língua? Parece-me realmente importante.
O Português está primeiro, em Portugal, mas quem não tem disciplinas mais ou menos importantes na escola? Por exemplo, eu estou no 11º ano de Humanidades e sei perfeitamente distinguir as disciplinas mais importantes das menos. As menos importantes tenho-as menos vezes por semana... não se vê em nenhuma escola um aluno ter duas horitas de Português por semana e 5 de ed. física ou I.T.I.O Inglês desde pequena idade não server para ser posto à frente da Língua-mãe nem tão-pouco das ciências matemáticas, serve para haver uma melhor preparação para os anos que se seguem da Língua! Como eu agradeço a Deus ter a sorte de ter inglês há mais de 10 anos! Como me orgulho disso! "O facto de se querer começar no básico [o Inglês] acaba por ser irrelevante porque, tal como o Diogo diz e nisto eu concordo, existem matérias de grande importância (como o nosso português, a matemática e todas as outras matérias que aprendemos da 1ª à 4ª classe)"
Joana, não concordo com o facto de ser irrelevante. Mais uma vez digo que uma criança aprender um bocado de inglês em nova não significa à partida estar-se nas tintas para as outras! Eu tenho Ed. Física na escola, e isso não é razão para eu ter menos tempo para estudar Português ou História..."será que ninguém vai contestar que o menino ou a menina vai ter uma carga horária mais pesada e que, como tal, vai desperdiçar horas de brincadeira?)."Isto acho um verdadeiro disparate.
Se fosse assim os mais novos nem tinham aulas porque, coitadinhos, não podiam brincar, ver televisão... para tudo há tempo, e se estas crianças de que falamos querem ter um futuro decente, trabalhem! Não digo 24 sobre 7, mas por amor de Deus, fará assim tanta diferença, no sentido negativo, mais uma hora de aulas? Muito sinceramente, parece-me que não. Querem poupar as pobres coitadinhas das crianças de tantos trabalhos de casa e tantas e tããããooo dolorosas aulas? Porquê? Para quando crescerem serem umas mandrionas com um CV embaraçoso? Desde quando é que se consegue ir a algum lado nesta vida sem trabalho?Meus caros, não se esqueçam que "o único sítio onde sucesso vem antes de trabalho é no dicionário"!
Inês Rogeiro

Socialistas já têm candidato para Lisboa.

Manuel Maria Carrilho será o candidato do PS à Câmara Municipal de Lisboa.
Em relação à orientação estratégica autárquica global a CDU acusou os socialistas de terem pouca vontade em avançar com uma coligação em Lisboa nas próximas autárquicas. O coordenador autárquico socialista, Jorge Coelho declarou que “o PS concorrerá preferencialmente sozinho na maioria dos municípios, estando no entanto aberto à discussão com os partidos à sua esquerda em alguns locais que se justifique de forma a criar movimentos de mudança e de progresso”.
Esclarecendo que eventuais coligações serão analisadas “caso a caso”,
Jorge Coelho adiantou também que sempre que se entrar em negociações “nelas se incluirá o Bloco de Esquerda”. Porém, não deixou de sublinhar que tanto em Lisboa como no Porto o PS “tem votos para ganhar sozinho nestes dois concelhos”.

Eles já têm candidato. E nós para quando teremos?

Papa João Paulo II

Há já quase 27 anos que João Paulo II conduzia os destinos da Igreja no mundo.
Durante o seu pontificado foi Papa de muita coisa:
- Foi o Papa do diálogo inter-religioso, tendo convocado os líderes religiosos de todo o mundo para os encontros inter-religiosos de Assis;
- Foi o Papa que lutou pelas políticas de maior justiça social e tolerância, comabtendo quer o Comunismo, quer o Liberalismo desregrado, sendo um dos grandes responsáveis pela queda do Comunismo no Leste e o único líder que em Cuba criticou o regime de Fidel Castro;
- Foi o Papa que lutou pela Paz nas mais diversas situações, nomeadamente, mais recentemente, no caso do Iraque, onde, mais uma vez, a História lhe veio a dar razão na sua luta pelo amor entre todos os Homens;
- Foi o Papa que não se vergou ao políticamente correcto e ao socialmente aceite, defendendo a escolha por uma vida de escolhas, do SIM ou NÃO a Cristo, do direito à vida desde a concepção até à morte natural, etc.
Foi também o MEU Papa- o único que conheci até hoje, com quem estive em Lisboa, Paris, Fátima e Roma, a quem escutei, li, com quem rezei, meditei, cresci. Mas sei que ele foi também o Papa do Manel, da Maria, do Zé, da Ana e de tantos outros milhões.
No Sábado senti que perdi um amigo... Agora sinto que ganhei um anjo da guarda.

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Pater noster, qui es in caelis,
sanctificetur nomen tuum.
Adveniat regnum tuum.
Fiat voluntas tua, sicut in caelo et in terra.
Panem nostrum quotidianum da nobis hodie,
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris.
Et ne nos inducas in tentationem: sed libera nos a malo.


Ámen

03 abril 2005

01 abril 2005

O dia das mentiras

Como sabem hoje é o dia da mentira, pelo que esta notícia sobre o eventual apoio da CPC de Lisboa da JP a um determinado candidato é pura mentira.

Para começar, o comunicado estava, propositadamente, cheio de incorrecções:

-- A estrutura não se chama Gerações Populares, mas sim Juventude Popular.
-- Nós não somos uma comissão concelhia, mas sim uma Comissão Política Concelhia.
-- O desconhecido militante que se candidata à liderança do Partido não se chama Pedro Matos Chaves, mas sim Miguel Matos Chaves.

Mas, ninguém sabem que é Miguel matos Chaves. Se não fosse este post eu nós não saberíamos ABSOLUTAMENTE NADA sobre este militante.

Confesso que nunca liguei muito às disputas eleitorais à Câmara do Crato e de Arruda dos Vinhos.

Houve algumas pessoas que acreditaram na história. Mas caberá na cabeça de alguém que nós sejamos suicidas?

Deliberação da Comissão

Dada a actual situação de vazio de poder, em que quem tem responsabilidades foge com o rabo à seringa, é tempo de se apostar nos homens de coragem e que demonstram amor ao Partido.

MMC é o homem visível, pelo que entendemos que é hora de se acabar com o nevoeiro, de onde não sairá nenhum D. Sebastião, e encarar a realidade, dando todo o apoio à candidatura de MMC, para que possa revigorar o Partido e prepará-lo para os embates eleitorais que se avizinham.
Desta forma, a Comissão Concelhia de Lisboa das Gerações Populares reuniu-se esta madrugada e deliberou por unanimidade o seu apoio total à candidatura de Pedro Matos Chaves.